Saturday, March 31, 2007

O Meu Ridículo Retorno...

Olá. E vão se danar. Explico.

Quem leu esse prólogo no mínimo já está pensando: mais um tosqueriedade deste inútil do Zé Heitor. Pois é isso mesmo. Concluo que já não sei mais ser, ou bancar, o pseudo-intelectualismo necessário as convivência sócio relativas. Por isso, vou tentar ser um pseudo-idiota (se já não o seria). Vou ignorar o fato de que isso irrita a muitos. E que irrita muito mais meu cérebro, a qual tive uma discussão séria estes dias. Veja só, queria fazer as malas e ir embora. Idiota. Pseudo-idiota.
Essa revelação tosca começou a exatos 20 minutos quando eu cliquei no link para este blog que anda um pouco "atirado a moscas" como diria qualquer coisa vivente, da raça homo sapiens, com mais de 5 anos mentais. Enfim, não tenho muito o que dizer. Seria uma contradição ficar escrevendo algo coerente e sensato agora que adotei esta política estúpida. Vamos ver quanto tempo dura. Acredito que pouco tempo.
Será que existe algum prêmio do tipo: "Post mais idiota do ano"?
Enfim...

Até Mais, Obrigado Pelos Peixes e Salvem os Golfinhos.
Ihaaa!

Putz...

Tuesday, March 13, 2007

Para desligar o universo, aperte aqui.














Olá, pessoas que visitam o meu blog(se é que alguém visita isso aqui). Passei alguns dias sem postar aqui, por motivos estritamente pessoais. Agora, que a poeira está abaixando, vamos continuar com essa nossa epopéia.
Foi me revelado, o que já sabia, comendo pudim. O pudim, como o conhecemos, era mole, gélido, asqueroso e gostoso. Mas aí que deixo cair da colher - ao qual meu inconsciente maldito brincava de aviãozinho - o maldito gostoso pudim no chão. Comum. Deixamos coisas cair no chão várias vezes ao dia. Porém, desta vez, entendi o que já sabia. Splaft. Aquele coisa, insossamente saborosa, se esborrachou no chão. Foi por causa da gravidade? Da massa daquele grude? Atrito com o ar? Talvez tudo isso e mais um pouco. A questão é, existia mesmo um pudim na minha colher? O que eu segurava era uma colher? Eu estava ali mesmo pensando que segurava uma colher?

Penso, logo existo. Mais batido que mexido. Entretanto, eu o complementarei. Penso, logo existo. Existo e desisto. Penso e desisto. Penso que penso?

Ok, estou rodeando a coisa e não saindo do lugar (não sei o que postar aqui). Pois bem, com aquele esburrachamento pudiânico, me remeteu ao inicio de tudo, Big Bang. O universo foi criado. Big Bang, bilhões de anos depois, seres bípedes, mamíferos, patéticos e grotescos infectam um planeta.

A questão novamente é, para o seu fim sempre haverá uma origem, certo? Big Bang foi o fim, exato? Pois deu origem ao começo, não é? Mas quem deu origem ao fim do inicio do Big Bang, como houve o antes do Big Bang? Deus fez o Big Bang? Mas como Deus foi parar lá para fazer o Big Bang?

Afff... cansei de pensar nisso.
Anotação mental: Preferir sagu ao invés de pudim.
PS.: Eu adoro sagu...

... e isso foi uma ironia.